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5 dicas para lidar com os palpiteiros na maternidadeTempo estimado de leitura: 3 minutos

Quando uma mulher fica grávida, parece que ela vira domínio público: todo mundo se sente no direito de tocar sua barriga e dar “conselhos” que não foram solicitados. Acontece que esse tipo palpite gera estresse emocional nos recém pais, principalmente na mãe, que além de lidar com todas as mudanças e inseguranças que a maternidade gera, tem que lidar com os conselhos das outras pessoas.

No puerpério, a mãe estará imersa em hormônios, aprendendo a amamentar e a decifrar as comunicações desse bebê, que não vem com manual de instrução, não fala seu idioma. Nessa fase é muito importante a família ficar protegida de interferências externas para poder observar, conhecer seu bebê e conectar-se a ele. Palpites não ajudam, aliás, podem atrapalham essa mãe que já está ansiosa e insegura, querendo aprender!

Por isso hoje vou trazer 5 dicas de como lidar com esses palpites e ficar mais tranquila com as suas decisões! 

  1. Primeiro é importante termos em mente que as vivências de cada um são subjetivas, pessoais e intransferíveis. Não é porque a sua mãe, sua sogra ou sua amiga fizeram de um determinado jeito na criação dos filhos que você deverá seguir o mesmo caminho. A maternidade é pessoal e com o tempo você vai encontrar o que melhor funciona para a sua família, pegando um pouquinho de cada pessoa ao seu redor, aplicando o que faz sentido para você e deixando de lado o que não faz. 
  2. Durante a gravidez, arme-se com conhecimento. Leia, procure pediatras, nutricionista, doula, até mesmo entenda a cultura da sua família, para entender por que algumas coisas são ou não são recomendadas. Com conhecimento você vai se sentir mais segura, mesmo sendo mãe de primeira viagem, para explicar por que escolheu não oferecer chupeta para seu bebê, por exemplo. 
  1. Outra boa medida que você pode adotar é comunicar às pessoas que costumam dar palpites, seus medos e desconfortos nesse lugar de principiante e o desejo de aprender a partir de sua própria experiência, com seus acertos e erros. 
  1. Com a sua rede de apoio, seja o mais clara possível sobre qual tipo de ajuda e apoio você gostaria de receber no puerpério. Pessoas que dão apoio de verdade são aquelas que se colocam à disposição das necessidades do outro e não quem realiza ações de acordo com o que acha ser melhor para o outro. Mas quem te ajudar e apoiar não tem como adivinhar as suas necessidades, então você precisa ser clara para que a pessoa não invada seu espaço.
  1. É fundamental manter a franqueza. Essa atitude é também uma forma de proteção para estabelecer limites que serão importantes ao relacionamento familiar no futuro. Nesse sentido talvez ajude pai e mãe do bebê conversarem cada um com sua família de origem e colocarem os desejos do casal.

De mãe em mãe, construiremos um novo maternar!

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