You are currently viewing 6 mitos sobre relações íntimas na gestação<span class="wtr-time-wrap after-title">Tempo estimado de leitura: <span class="wtr-time-number">2</span> minutos</span>

6 mitos sobre relações íntimas na gestaçãoTempo estimado de leitura: 2 minutos

Quando o assunto é relações íntimas na gestação é frequente surgir várias dúvidas na cabeça de futuras mães e seus parceiros: Manter relações durante a gestação é permitido? Será que machuca o bebê? O ato causa alterações no corpo da mulher? Entre outras tantas.

É muito comum que todas essas perguntas venham à tona, principalmente em mulheres que são mães de primeira viagem, pois é um assunto que ainda não é tratado livremente e com a devida importância que deveria ter. 

Então no vídeo de hoje vou esclarecer alguns mitos sobre relações íntimas durante a gestação

Principais mitos sobre relações íntimas na gestação

É importante reforçar que a relação não traz malefícios para a mãe ou para o bebê. Ao contrário, ele se torna fundamental durante a gravidez para a saúde da mulher e do casal. Porém sempre deve haver acompanhamento com um médico obstetra para saber se existe alguma situação onde deve ser recomendada a restrição da prática íntima. Como eu disse, situações como sangramento anormal durante a gestação, placenta prévia ou elevado risco de parto prematuro são fatores que podem restringir o ato. Portanto, sempre que tiver dúvidas sobre o relações íntimas na gestação e se é seguro ou não para você, se consulte com seu ou sua obstetra e esclareça todas as questões pertinentes.

Você tem alguma dúvida sobre relações durante a gestação? Coloca aqui nos comentários ou me envia no canal de dúvidas clicando aqui.

De mãe em mãe, construiremos um novo maternar. 

Referências

Ribeiro MC, de Tubino Scanavino M, do Amaral MLS, de Moraes Horta AL, Torloni MR. Beliefs About Sexual Activity During Pregnancy: A Systematic Review of the Literature. J Sex Marital Ther. 2017;43(8):822-832. doi:10.1080/0092623X.2017.1305031

MacPhedran SE. Sexual Activity Recommendations in High-Risk Pregnancies: What is the Evidence?. Sex Med Rev. 2018;6(3):343-357. doi:10.1016/j.sxmr.2018.01.004

Deixe um comentário

Fechar Menu